HOSPITAL DE ALTA COMPLEXIDADE
"PTE. JUAN DOMINGO PERÓN"
O Hospital de Alta Complexidade “Pte. Juan Domingo Perón” anseia ser uma instituição de transcendência regional, nacional e internacional, no campo assistencial, docente e de investigação. Contamos com uma tecnologia inteligente dirigida por um grupo de experimentados profissionais que melhora a qualidade de diagnóstico, reduz riscos de erro, maximiza os efeitos curativos, diminui os custos e otimiza o uso dos recursos.

Destacam o trabalho integral que realiza o serviço de transplante renal do HAC

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O Serviço de Transplante Renal do Hospital de Alta Complexidade "Pte. Juan Domingo Perón", é uma unidade conformada por uma equipe multidisciplinar com um enfoque integral de cada paciente, não somente quanto à  intervenção , senão também nos períodos pré e pós-transplante. O Serviço , além disso realiza uma constante campanha na prevenção brindando informação para que a comunidade poda apreender a manter a saúde dos rins e evitar a aparição da insuficiência renal. Neste sentido, o Dr. Federico Ciccora médico nefrologista do HAC, brindou uma serie de conselhos e recomendações  para evitar o dano renal, além disso comentou sobre o funcionamento do serviço no que respeita a antes, durantes e depois do transplante. A doença renal crônica divide-se em 5 estudos de acorda à função renal, e se pode determinar a partir de um simples analise do sangue , no que se midem os níveis de creatinina  em sangue para isto, também se leva em conta outros fatores como a idade , a raça e o sexo, entre outros. "O mais importante é detectar a tempo, ou retardar a  progressão da insuficiência renal. As duas patologias mais frequentes que levam à insuficiência renal e o requerimento de um tratamento substitutivo são muito conhecidas pela população:  A hipertensão e diabetes" ,salientou o profissional. "São patologias que se chamam sisttémicas porque podem afetar diferentes órgãos entre eles os rins, sempre qualquer paciente hipertenso ou diabético tem que fazer controles com o nefrologista  para detectar inícios de dano renal", acrescentou. Uma vez que se detecta o dano renal o que se trata é de deter a progressão da mesma. Mas quando já está avançada e que os rins não cumprem suas funções corretamente chega o momento de requer um tratamento substitutivo: hemodiálises, diálises peritoneal e o  transplante renal; segundo os especialistas para a sobrevida do paciente este último, é a melhor opinião. No que respeita ao transplante renal existem duas opções: transplante com doador vivo relacionado ou com  doador falecido. Dentro destas opções transplantar com doador vivo é a melhor alternativa, "é importante que os pacientes que estão em hemodiálise ou diálise peritoneal tenham sua consulta com o centro de transplante para poder-se informar, tanto eles como seus familiares , sobre todos estes conceitos com a possibilidade de que exista um doador vivo na família " comentou Ciccora. "Quando existe um requerimento de um tratamento substantivo e tem uma consulta com um centro de transplante se realizam uma serie de estudos de pré-transplante para que o paciente se encontre em lista de espera si é para doador cadavérico ou se tem um doador vivo para que se estude como potencial receptor de doador vivo" "No caso de que exista um potencial doador vivo o que se procura determinar é que não tenha nenhuma infecção oculta ou tumor oculto. Independentemente da função cardíaca e outros órgãos que são importantes para a cirurgia e para o pós transplante. Todos os estudos pertinentes os realizamos no HAC, acrescentou o profissional. Como se falou anteriormente o HAC realiza um trabalho integral a cada paciente no antes, durante e depois do transplante. "Além disso, contamos com um programa de seguimento das pessoas que foram doadoras vivas eles também devem ser controlados de por vida para detectar que não tenha nenhuma alteração e que a função do rim siga normal. Na atualidade,  encontram-se aproximadamente de 100 pacientes em seguimento". Nos últimos 15 anos a transplantologia tem avançado muito sobretudo na detecção de anti corpo nos testes, que são para evitar os rejeitos e também nas drogas para enganar o sistema de defesa como as imunossupressoras, é por isso que os Programas podem ser sustenido no tempo e podem ir avançado quanto ao número de transplantes. Não é fácil levar a cabo um programa assim ,de alta complexidade sem apoio político, é quase impossível e inviável desde qualquer ponto de vista " , finalizou o Dr. Ciccora. O Hospital de Alta Complexidade realizado 147 transplantes renais no total, desde o inicio do Programa de Transplante no ano 2007. 

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