HOSPITAL DE ALTA COMPLEXIDADE
"PTE. JUAN DOMINGO PERÓN"
Serviços

Infectologia e Controles das Infecções

Objetivos gerais

Prevenir, diagnosticar, tratar, controlar e realizar um seguimento das infecções nos pacientes que são atendidos no Hospital de Alta Complexidade

Junto com o Serviço de Medicina Laboral prevenir e controlar as infecções no pessoal que trabalha na instituição.

Prevenir e controlar germes multirresistentes e com resistências emergentes.

Tomar cuidados com as infecções associadas a fatores de risco.

Objetivos específicos

Documentar e analisar as infecções associadas aos fatores de risco para infecções intra-hospitalares na: Unidade de Terapia Intensiva de adultos e pediátrica, Unidade Coronária de Adultos.

Documentar e analisar as infecções do sitio cirúrgico associadas a: Cirurgia Cardio Vascular Central, Neurocirurgias, transplante e Cirurgia de substituição total do quadril e joelho.

Avaliar e aplicar estratégias para a prevenção e controle da disseminação dos germes multirresistentes.

Redigir e divulgar normas orientadas à prevenção e controle das infecções.

Realizar docência incidental e programada entre os distintos profissionais e pessoal técnico.

Participar na avaliação de qualidade de produtos biomédicos relacionados com o Controle das Infecções.

Trabalhar junto ao Serviço de Esterilização, Bacteriologia e Medicina Laboral.

Desenhar e implementar um programa para o uso racional de antibióticos dentro da instituição.

Desenhar e implementar programas orientados à análise e controle das situações de importância epidemiológica na comunidade intra-hospitalar como extra-hospitalar relacionadas ao controle das infecções associadas aos cuidados da saúde.

 
Vigência da infectologia


A Infectologia, cuja vigência é permanente, tem adquirido um lugar relevante no âmbito das ciências médicas por seu aspecto dinâmico e variável. O notável desenvolvimento desta especialidade nas últimas décadas se explica por vários acontecimentos:

A aparecimento da infecção hospitalar como problema epidemiológico de magnitude nas instituições médicas de média e alta complexidade e o incremento dos riscos e custos do atendimento médico.


A epidemia de VIH/SIDA, cuja solução integral ainda está pendiente; e o incremento de infecções oportunistas em pessoas imunodeprimidas (Onco-hematológicas, transplantados, reumatológicas, etc) que exigem uma atenção especializada.

 A aparição de novas entidades mórbidas (Hantavírus, vírus do Ebola, Zika, Chikunguña, Mayaro, doença de Lyme, etc.) e as mudanças no gênio epidemiológico de doença clássicas e com repercussão regional. (Cólera, febre amarela, paludismo, dengue, Chagas, etc.).

O aumento da resistência microbiana, que gera novos desafios na terapêutica atual das doenças infecciosas, com permanentes mudanças quanto ao farmacológico que está disponível e a necessidade de pessoal capacitado para seu manejo.

A abordagem especializada dos problemas descritos proporcionou outra dimensão ao exercício da infectologia moderna, e jerarquizou ao infectologista como especialista na equipe de saúde, particularmente nos centros hospitalares ou senatoriais polivalentes, com múltiplas especialidade e serviços e com uma tecnologia médica cada vez mais avançada e invasiva no diagnóstico e na terapêutica.

Áreas de incumbência

A infectologia tem as seguintes áreas de incumbência:

Assistência de pacientes com doenças infecciosas (ambulatórios e hospitalizados) , atendendo aos aspectos curativos e preventivos das mesmas.
                                                                                                                                                                                                                            
Epidemiologia hospitalar, para o adequado controle da infecção do nosocômio atreves do Comitê de infecções (estudo dos surtos e desenvolvimento de sistemas de vigilâncias)

Patologia regional e doenças exóticas transmissíveis emergentes (antropozoonose, infecções tropicais, infecções do viageiro): Assessoramento especializado em seu diagnóstico, tratamento e prevenção) .

Microbiologia clínica, referente às técnicas de recolecção e processamento primário dos materiais clínicos para o diagnóstico microbiologia e interpretação clinica das provas de sensibilidade aos antimicrobianos.

Farmacologia clinica aplicada à prescrição racional de antimicrobianos para o tratamento e a prevenção.

Pesquisa clínica e farmacológica: ética da pesquisa, política institucional de antimicrobianos, técnicas de esterilização, assepsia e antissepsia, imunologia clinica aplicada à pré-inscrição de vacinas e imunoterapia especifica, etc.

• Diagnóstico, tratamento e seguimento tanto ambulatório como internação:

- Infecções SNC nos hóspedes imunossuprimidos e imunocompetentes.

- Infecções cardíacas nos hóspedes imunossuprimidos e imunocompetentes.

- Infecções respiratórias nos hóspedes imunossuprimidos e imuocompetentes.

 -Infecções enterais e abdominais nos hóspedes imunossuprimidos e imunocompetentes.

-  Infecções do sistema urinário nos hóspedes imunossuprimidos e imunocompetentes.

- Infecções da pele e partes moles nos hóspedes imunossuprimidos e imunocompetentes.

- Infecções ostearticulares nos hóspedes imossuprimidos e imunocompetentes.

• Diagnóstico, tratamento, seguimento e prevenção de infecções   intra-hospitalares.

• Manejo de surtos intra -hospitalares.

• Manejo de infecções por germes multirresistentes.

• Controle de uso de antibióticos dentro da internação e no consultório.

•Atenção de Urgências infectológicas:

- Meningites. Endocardites. Neutropenia febril. Transplantado febril. Sepses.

• Indicações de vacinas nos hóspedes especiais.

• Diagnóstico, tratamento e seguimento de doenças emergentes e ré emergentes.

• Diagnóstico, tratamento e seguimento de patologias virais nos pacientes imunossuprimidos e imunocompetentes.

• Diagnóstico, tratamento e seguimento de patologias micóticas nos pacientes imunossuprimidos e imunocompetentes.

• Diagnóstico, tratamento e seguimento de patologias parasitarias nos pacientes imunossuprimidos e imunocompetentes.

• Diagnóstico, tratamento e seguimento de doenças exantemáticas.

• Interconsultas a outros centros de hospitalização de pacientes infectados.

 

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