HOSPITAL DE ALTA COMPLEXIDADE
"PTE. JUAN DOMINGO PERÓN"
Serviços

UTI (Unidade de Terapia Intensiva)

UTI (Unidade de Terapia Intensiva)

A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Alta Complexidade “Pte Juan Domingo Perón” dá inicio suas atividades o 14 de abril de 2005.
O conhecimento científico avança constantemente e permite o desenvolvimento de novos tratamentos médico cirúrgicos, nesse sentido a medicina crítica cumpre um papel central no funcionamento destes avanços por ser o âmbito no que se realiza a recuperação ulterior aos tratamentos realizados, portanto, forma parte indefectivelmente de todos os programas de tratamentos de alta complexidade realizados no hospital. A qualidade na atenção médica deve ser compreendida em um sentido antropológico como o melhor e adequado tratamento para o paciente e sue entorno familiar, e de esse jeito é concedida por toda a equipe que compõe este serviço brindando altos conhecimentos científicos e ainda melhor qualidade humana. 


Missão 
A Unidade oferece atenção e prática médica ética, efetividade e cordialidade, em instalações e equipamento de última geração, para o beneficio e satisfação dos pacientes e familiares.
A primeira responsabilidade é brindar ao paciente uma atenção médica igualitária e equitativa, com precisão e celeridade, dado que a Unidade conforma uma área crítica do hospital.
A unidade ao encontrar-se no nível mais alto da rede de saúde com complexidade crescente se trabalha em uma equipe multidisciplinar, com o fim de diagnosticar, manejar, monitorar e intervir ao paciente em risco e ao paciente em fase de recuperação.


Visão 
A Unidade de Terapia Intensiva aspira ser uma unidade de transcendência regional e nacional no campo assistencial e de investigação.
Ampliar suas prestações com o fim de assistir e apoiar às distintas especialidades que compartem esta instituição.
Levar a cabo educação médica continua para contar com um staff qualificado.
Apoiar a atividade docente através do Programa de Residências Médicas com o fim de apoiar à região recursos humanos de muito alto nível.


Nível de cuidados de alta complexidade
Representa a aceitação de pacientes complicados, desesperadamente doentes que requerem uma equipe sofisticada continuamente disponível, enfermeiras especializadas e médicas treinadas no cuidado de pacientes severamente doentes.
Em geral, este tipo de unidade conta, além disso, com educação e investigação no campo da terapia intensiva e no campo da enfermagem.
Uma unidade de cuidados intensivos críticos deve ser capaz de prover um controle básico do paciente que constará de:
•    Monitoramento electrocardiografico continuo para todos os pacientes.
•    Monitoramento continuo de pressão arterial invasiva e não invasiva.
•    Monitoramento de pressão venosa central em forma contínua.
•    Equipe para ventilar adequadamente aos pacientes (invasivos e não invasivos)
•    Equipes de reanimação de emergências
•    Equipes para suporte hemodinâmica incluindo bombas de infusão, compressão neumatica, etc
•    Monitores de transporte
•    Marca-passos transitórios
•    Monitoramento de pressão de artéria pulmonar
•    Monitoramento de volume minuto cardíaco.
•    Hemodiálise.
•    Capnografia.
•    Monitoramento por oximetria de pulso.
•    Acesso à tomografia computadorizada, cateterismo cardíaco e medicina nuclear.
•    Broncoscopio rígida e por fibra óptica.
•    Neuromonitorização (PIC Doppler e EEG)
•    Sistema de dados computadorizados  
•    Plasmaferese

ÁREA PÓS-OPERATÓRIA
Início de Atividades: 16 de março de 2009
 

Objetivos:
•    Aperfeiçoar a atenção do paciente Pós-operatória de alto risco.
•    Evitar a suspensão de cirurgias programadas de alto risco.
•    Brindar apoio na recuperação de cirurgias de urgências ou de baixo e moderado risco
•    Diminuir a utilização de leitos de UTI.
•    Reduzir custos 


ERR

A presença de patologias complexas com múltiplos comorbilidades cujo tratamento pode acompanhar-se de complicações serias, gera maior demanda de leito de UTI e um alto custo sanitário. Provavelmente existe um maior número de paciente agudos em sala que em UCI (menor enfermagem especializada em cuidados críticos) O tratamento precoce de pacientes cujo estado clínico se encontra deteriorado redundaria em uma melhoria dos resultados. 
Por isto surge como uma necessidade brinda atenção médica especializada em cuidados críticos de alta qualidade com espírito interdisciplinar, precocidade e celeridade a pacientes internados em sala geral que presentem signos de deterioro clínico súbito ou progressivo ou que sua gravidade ou comorbolidades surgiram um alto risco de mala evolução.
A atenção precoce de pacientes em sala poderia prevenir a progressão da enfermagem e morte prematura (70% das paradas cardiorrespiratórias (PCR) são preveníeis. O diagnóstico e/ ou tratamento de situações de urgência evitaria cuidados de último minuto que resultam em internações não programadas na UCI e prolongação da hospitalização. E fato não menores como a educação e comunicação com o pessoal de saúde de áreas de cuidados gerais. O HAC foi o primeiro hospital do país em implementar um ERR tornando-se em pioneiro da ação fora da UTI da equipe intensiva.


Apresentação de trabalhos científicos da Unidade de Terapia Intensiva em distintos eventos:
 

Trabalhos científicos 

Lugares de apresentação

•- Sind de Guillan Barre no Hospital de Alta Complexidade "Pte. Juan D. Perón" XX Congresso Argentino de Terapia Intensiva. Mar del Plata, 2010.
•- Resultado da implementação de um protocolo de sedação e analgesia em uma unidade de cuidados intensivos médico- cirúrgico. XX Congresso Argentino de Terapia Intensiva. Mar del Plata, 2010.
•- Incidência de hipotermia na Área de recuperação pós-operatória do Hospital de Alta Complexidade "Pte. Juan D. Perón" XX Congresso Argentino de Terapia Intensiva. Mar del Plata, 2010.
•- Delirium epidemiology in critical care (DECCA): an international study. Publicado em CRITICAL CARE. Novembro 2010.
•- Utilidade da equipe de resposta rápida em uma terapia intensiva de adultos (autor) 22° congresso argentino de Terapia Intensiva. 2013
•- Incidência de hiponatremia na hemorragia subaracnóidea aneurismática em uma terapia intensiva de adultos (autor) 22° congresso argentino de Terapia Intensiva. 2013
 

Para mais informações, contate-nos
COMO CHEGAR?